segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

PSB ESTADUAL REALIZA REUNIÃO AMPLIADA E LANÇA CHUMACHER COMO PRÉ-CANDIDATO A DEPUTADO.

PSB de Bento Gonçalves-RS participa de reunião estadual.  


SCHUMACHER É APRESENTADO E INDICADO COMO PRÉ-CANDIDATO PELO PSB EM ENCONTRO ESTADUAL

Neste último sábado Werner Schumacher foi apresentado ao PSB em Reunião de Diretório Ampliada na Câmara de Vereadores de Porto Alegre e destacado como uma grande conquista do partido neste ano.

O Economista destacou a pujança de Bento Gonçalves e de todos os municípios da Serra Gaúcha na economia do Estado através da capacidade de empreender de seus cidadãos - com crise ou sem crise - principalmente, por fazerem desenvolvimento local, sem necessariamente depender de investimentos externos.

Por fim, disse ser o amor a razão de existência das pessoas e o amor é manifestado no desejo de proporcionar felicidade a quem se ama, felizmente à maioria isto demonstra amando a família, a esposa ou o esposo, no entanto, alguns manifestam em seus bolsos, cuecas e meias, enchendo-os de dinheiro, mas é preciso amar o próximo e por esta razão devemos encaminhar para o governo do Estado alguém que ame o Rio Grande e este nome é o Deputado do PSB Beto Albuquerque.

O EXCESSO DE CENTRALIZAÇÃO QUE ATRASA O PAÍS

O Brasil é um país de dimensões continentais e cada Estado tem as suas características particulares, no entanto, a grande maioria das decisões com respeito ao desenvolvimento do país é tomada em Brasília. Os Tecnocratas, como eram chamados os técnicos e burocratas do governo no tempo da ditadura e, talvez, aqui esteja à raiz da centralização, a partir de seus gabinetes no planalto decidem o que se deve fazer do Oiapoque ao Chuí e isto vem criando enormes distorções e atrasando o país.

A região da Serra Gaúcha é e sempre foi muito forte na criação de pequenos empreendimentos. Quando era criança, minha família seguidamente vinha a serra para comprar vinho, queijo, salame, capeletti, malhas, etc. Muitas empresas surgiram destas atividades. Não lembro de alguém passar mal ou morrer por comer estes alimentos.

Hoje, o número destes estabelecimentos é grande, pois o turismo rural e o enoturismo intensificaram estas atividades. Há não mais de cinco anos o número de vinícolas na região dobrou e inúmeras pousadas e restaurantes surgiram. Estes nem sempre atendem as recentes normas criadas em Brasília e muitos por isto poderão fechar as portas.

Concordamos com a exigência de determinadas condições de higiene para a produção de alimentos, mas chegar ao ponto de exigir uma “sala pra lavar alface” como ironizou um amigo interessado em instalar um restaurante na sua pousada, é um exagero e, sem dúvida, há muitos exageros.

Várias construções da nossa região são de pedra talhada ou taipa e pela nova legislação há a exigência em alguns casos de revestir estas paredes com azulejo, um verdadeiro crime contra o nosso patrimônio histórico e cultural. Quem não gosta de ver salames e copas pendurados nos porões destas casas?

Por outro lado, a legislação não é clara, dando margem a diversas interpretações. Para isto, pregam a contratação de consultorias para fazer um diagnóstico de cada empresa e apresentar um projeto para adaptação as novas normas. Este custo – o famigerado Custo Brasil – não é baixo e na maioria das vezes impagáveis.

Também, é visível a máxima de “cada macaco no seu galho”, ou seja, ora é assunto duma repartição, ora de outra e assim vivemos perdidos, imobilizados, pois nada avança além de um documento levar – no mínimo – uma semana para ir de uma mesa a outra dentro de uma repartição pública.

Não é difícil em um país com as dimensões do Brasil funções se sobreporem. A legislação para a produção de vinhos é responsabilidade do Ministério da Agricultura, mas há ingerência da ANVISA – Agência Nacional de Vigilância Sanitária, ligada ao Ministério da Saúde e praticamente apenas no nosso Estado, a Secretaria da Agricultura também está presente.

Pelo fato do Brasil ser dividido em Estados, caberia a federação criar a Lei, conjuntamente com os mesmos, para que estes a aplicassem e também fiscalizassem o seu cumprimento.

Como nada está definido e ninguém quer se comprometer, muitas vezes leva-se ano(s) para se obter uma licença e, quando não muito, as regras mudam frequentemente, levando a um total desnorteamento e a contratação, mais uma vez, de consultores, formando um verdadeiro cartel destes serviços, que deveriam ser fornecidos gratuitamente pelo Sistema S (Sebrae, Senar, Sesi, etc.).

Vejam o caso do selo para vinhos, aqueles favoráveis a esta medida de controle fiscal, alegam além do descaminho, a sonegação e a produção clandestina sem controle, as vezes com razão, mas é esta a única solução. Não seria o caso de se dar condições para que os micro e pequenos produtores saiam da clandestinidade? Esta nunca terminará enquanto não houver condições de inclusão social.

O Brasil hoje é governado para os trabalhadores e pequenos produtores, jamais na história deste país se viu tamanha inclusão social, no entanto, alguns de seus Tecnocratas parecem estar mais a serviço do modelo de desenvolvimento hegemônico vigente, voltado para as grandes corporações, pois estas pressionam propositadamente a criação de dificuldades operacionais para os pequenos e assim dominarem "democraticamente" o mercado. Pela legalidade, nunca pela legitimidade.

Não se é a favor da sonegação, da clandestinidade ou da produção sem as mínimas condições sanitárias. É-se a favor dos micro e pequenos produtores, que se dê a estes oportunidade de inclusão social. Afinal, um mundo de pequenos fortes e unidos, voltado de fato para as pessoas, seria um mundo sem crise, pois esta que alguns dizem estar acabando, mas que todos estão pagando a conta – principalmente os pequenos - é oriunda das grandes corporações, que recebem ajuda governamental em nome do emprego e da estabilidade financeira, na verdade, para garantia dos honorários milionários de seus executivos e do lucro dos acionistas, o assim chamado motor do economia.

Enquanto o motor da justiça social, de quem mais emprega, de quem põe 70% do alimento na mesa dos brasileiros recebe o que?

Tiro nas costas, fogo amigo, etc.

Felizmente, a natureza está do nosso lado e em breve será o único e verdadeiro motor da economia.

Werner Schumacher
Economista

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Um “Happy Hour” regado a Patrimônio Histórico e Cultural

Parafraseando o Presidente Lula, jamais na história de Bento Gonçalves teve uma audiência pública tão feliz quanto a realizada nesta 5ª feira, para tratar do patrimônio histórico e cultural do município.

Não creio que alguém saiu insatisfeito da Câmara de Vereadores, pois foi de fato um entardecer muito feliz, uma vez que tivemos uma verdadeira aula de cidadania. O Projeto-Lei foi apresentado e todos tiveram a possibilidade de se manifestar e o consenso foi geral, de que a sociedade civil e pública estão no caminho certo para se encontrar uma forma de preservação da memória municipal.

A riqueza da região é fruto da sua imigração e colonização e esta se deu através do desenvolvimento local e regional, ou seja, inicialmente foi feito pelas e para as pessoas das comunidades. Esta é a forma mais saudável de desenvolvimento, pois não depende do investimento de capital externo, se vale única e exclusivamente do empreendedorismo local.

Nosso povo é empreendedor, de certa forma muito apegado aos valores monetários, por esta razão é preciso frear as vezes esta compulsão, a fim de que possamos preservar a nossa história.

É certo que o futuro não se constrói do passado, mas cada tijolo assentado hoje, nos conduzirá a uma situação positiva ou negativa no futuro. O que aqui foi feito é digno de orgulho e qualquer povo, comunidade, município, estado ou país, precisa ter orgulho do seu passado para construir o futuro.

O progresso e o futuro não são construídos apenas pelo crescimento econômico, muitas vezes este é perverso, pois excluem os aspectos e valores humanos, consideram apenas a eficiência econômica. Por esta razão, o entardecer desta última quinta-feira foi maravilhoso, uma verdadeira aula de cidadania, de participação e de integração entre a sociedade civil, a classe política e o poder público, só assim construiremos uma democracia justa socialmente.

Todos concordaram que o turismo pode promover o desenvolvimento, preservando a nossa história haveremos de ter a capacidade de atrair milhares de italianos para conhecer esta pequena Itália. Vôos e mais vôos podem ser fretados neste sentido e a Copa pode ser uma grande oportunidade para isto.

Negócios que crescem a mais de 10% ao ano são muito poucos, turismo é um deles e cultura é outro. Tais ramos de negócio, só são superados pelo negócio ilícito, mas este não queremos para nós, portanto, todo cuidado é pouco para a preservação do nosso patrimônio histórico, cultural e artístico.

O povo de Bento Gonçalves está de parabéns.

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Análise política das eleições municipais de 2008 e seus efeitos.

A eleição de 2008 surpreendeu todos aos partidos, inclusive aquele que venceu.
Análise política das eleições municipais de 2008 e seus efeitos. 

As eleições.

As eleições de 2008 serviram para demonstrar que para ganhar ou perder basta estar concorrendo, dependendo da conjuntura. Parece uma redundância, mas não é. Aliás, um ano, antes do último pleito, todo o cenário se descortinava para que o status político da cidade não se movimentasse. Ao contrário sedimentava ainda mais. Essa era a voz corrente na cidade, inclusive daqueles que venceram. Primeiro, pelas características políticas da cidade e, segundo, pela fragilidade da oposição. Aliás, pelo que se percebeu, como os partidos e parlamentares não se encarregaram de fazer oposição, o próprio povo tomou essa tarefa para si. Isto ficou latente na corrida eleitoral.
Este foi o cenário que analisamos e sobre ele procedeu-se a ação do PSB em Bento. Adicione-se também o fato de que tais procedimentos foram tomados depois de uma vistosa, mas frágil, candidatura a Deputado Federal. Dois dilemas eram os que tínhamos de enfrentar: manter o partido com a atuação pela esquerda com o viés social e enfrentar uma eleição totalmente desequilibrada pelo centro de direita. Por outro lado, o PT negociava intensamente pela ultra direita com flerte explícito ao ex prefeito Darcy Pozza. Sonhava em poder indicar o candidato a vice de uma possível candidatura do PP, já que com o PMDB as negociações para o PT não evoluíam. Neste campo estava congestionada a vaga de vice. Este categoricamente não lhe deu possibilidade de indicar o candidato à vice prefeito, já que tinha compromissos com PP, PTB e PDT. Importante destacar que a fragilidade do PSB não era maior que a do PT. Este tinha uma visão de sua fragilidade que, inclusive, cogitava apenas em manter uma cadeira de Vereador, fato que lhe preocupava. Esta foi uma das conversas, ainda que informal, tida com lideranças do PT.
Ao PSB restavam 3 alternativas:
1) Candidatura própria: No entanto, tal alternativa foi arquivada pelo diretório municipal. O motivo foi que, naquele momento, o partido não dispunha de estrutura e mesmo de nomes disponíveis, já que o nome que era cogitado(Fabris) decidiu, juntamente com a direção, não participar do pleito.
2) Aliar-se com o PT que na época tinha uma enorme rejeição (e ainda tem, tanto que o partido foi escondido durante a campanha – e isso é fato).
3) A última alternativa seria uma coligação com o PMDB, já que aquele partido que convidou o PSB, era da base de apoio ao LULA e garantiria espaço para a implantação de propostas do PSB, além de outros itens políticos.  Foi o que se decidiu. Coligar com o PMDB, partido de centro. 


A aliança.

A aliança tinha que medir o ônus e o bônus, politicamente falando. Tinha que instrumentalizar o partido para que pudesse crescer, implantar suas idéias e manter intacto seu viés de partido de esquerda. A avaliação política geral era de que uma aliança com o PMDB poderia dar musculatura política para que o partido pudesse, fortalecido, implantar seus projetos e mostrar como faz e materializa seus ideais. Não contava, porém, com a rejeição da aliança, do modelo administrativo de privilégios, com desgaste pela gestão continuada de mais de 30 anos e, por fim, com a enorme rejeição do candidato a prefeito. Tais fatos foram fatais para que a aliança naufragasse.
O povo rejeitou os fatores antes citados. O inusitado da história foi que o PSB não participou da aliança que governou, não participou do modelo administrativo em nenhum dos 30 anos e não escolheu o candidato. Portanto, somente arcou com o ônus sem qualquer tipo de bônus ou facilidade ventilada nas eleições e pelas quais foi derrotada a aliança.


O revés eleitoral do pleito majoritário.

Vários são os motivos pelos quais a derrota foi verificada. Além daqueles declinados anteriormente, temos a questão da própria campanha. O cansaço demonstrado na comunicação, os erros táticos e a falta de clareza das propostas foram fatores determinantes para a situação verificada. Mais uma vez o PSB apenas arcou com o ônus. Suas idéias pouco ou nada foram colocadas em prática, durante a campanha. Ademais, o desgaste foi exposto ainda mais o que causou uma revolta geral no povo. Falava-se muito sobre os cargos de confiança. Pois bem, estes mesmos cargos resolveram se acotovelar nas esquinas fazendo bandeirassos sem nenhum ânimo e demonstrando nenhum apego à campanha pela forma como atuavam. Ora, isso foi determinante para o constrangimento daqueles que realmente faziam campanha e o povo tomou aquilo como uma explícita exposição de defeitos.
Assim, veio a eleição dando ampla maioria contra os itens já declinados. Veja que é bom ressaltar que o apoio da população não tem haver, automaticamente, com a votação prestigiando o PT ou o próprio candidato. Aliás, como se viu, sequer as bandeiras do partido foram utilizadas. Foi trabalhado com o partido na “surdina”.


Tarefas futuras do PSB de Bento Gonçalves-RS.

Nosso partido deve promover atividades para que se possa colocar o PSB no pleito da luta social. Não podemos dar chance aos vacilos típicos de tempos de poder ou partidos aliados ao poder. A ação dos militantes deve ser diretamente dirigida pelo partido. O partido deve agir conforme sua expressa formação organizativa, ter unidade na ação permitindo-se a discussão máxima até a decisão final, sempre primando pela disciplina e democracia.
Propostas em anexo.


1º ano de administração Petista em Bento Gonçalves-RS.

É certo que as últimas eleições entrarão para a história da cidade de Bento Gonçalves. Primeiro, pela forma polarizada e segundo pelo surpreendente resultado das urnas. A união dos 14 partidos em torno do poder passou a impressão para a população de que ela não seria ouvida para o novo mandato. Mais, passou a impressão que os últimos 30 anos de administração seriam seguidos por mais 4 com mais inchaço de CCs, com nepotismo e outros defeitos já assinalados. Assim, independente de quem estava no outro lado, a população resolveu dar um basta ao continuísmo político administrativo. Adicione-se a isso o fato de que as propostas antes defendidas pelo PSB foram defendidas pelo lado vencedor. A conjugação de tais componentes levou o PT ao poder pela primeira vez em Bento Gonçalves. Coube ao PSB aceitar e respeitar democraticamente o resultado das urnas, embora alguns filiados incautos gostariam de impregnar-se açodadamente de adesismo e correr para os braços petistas. Sabiamente a direção vetou tal comportamento e, ainda, definiu que somente a direção trataria da relação política entre o novo governo e o partido e tal resolução ainda continua em vigor na cidade. Depois de passados 11 meses de governo os petistas demonstram claras dificuldades em gerir a nova administração. Ao assumir uma estrutura administrativa de muitos mandatos com o mesmo viés, demonstram dificuldades para imprimir mudanças no governo como as apregoadas na campanha. Não existe um governo com clara identificação de esquerda ou centro esquerda. Aliás, não existe uma identificação no governo. Alguns secretários não têm nenhuma tradição de engajamento na luta política e social e isso se verifica como conseqüência nas falhas do governo de modo geral. Surgem reclamações em vários setores. O governo, como um todo, demonstra pouco apego ao diálogo com a sociedade organizada. Não dialoga com partidos institucionalmente, nem mesmo aqueles do mesmo campo, como eles mesmos dizem a nível nacional e estadual, o PSB, PCdo B e outros. Fazem isso, mesmo que nas eleições fossem estes partidos, muito solicitados e cortejados para o fim de formar chapa, como ficou público e amplamente demonstrado. Na prática, não vem demonstrando diferença de outros partidos, quando no poder. Demonstram também que ao não estarem dispostos a dialogar institucionalmente com os partidos, preferem o contado individual facilitando assim a cooptação de pessoas, quadros e filiados. Convidam filiados de um e de outro partido para participar de “cargos”, mesmo que sem relevância no governo, não demonstrando buscar o fortalecimento dos partidos políticos como instituição e a democracia política. De qualquer forma, ainda é cedo para se fazer uma análise definitiva sobre o Governo Municipal. Pois se passaram apenas 11 dos 48 meses que dispõem o PT na Administração. No entanto, já se podem tirar estas conclusões com segurança pelos primeiros passos do novo governo, já que estes são os indicativos seguros de seu comportamento inicial. 

Resolução política(aprovada) - Congresso Municipal 28/11/2009.

                 

 Resolução política(aprovada) - Congresso Municipal 28/11/2009. 

O Partido Socialista Brasileiro de Bento Gonçalves, diante da nova conjuntura política da cidade, manifesta-se publicamente nos seguintes termos:

1) O PSB em Bento Gonçalves conclui que teve uma derrota eleitoral. Não política nas eleições passada.
2) Entende que contribuiu para o debate de idéias desde a sua fundação, já que disputou as eleições com candidatura própria demonstrando quais os princípios que apregoa;

3) É um partido de princípios socialistas e nunca renegou este compromisso em todos os pleitos que participou. Também nunca escondeu seu partido utilizando, sempre seus símbolos e principalmente propostas e princípios.

4) Nas eleições de 2004 e 2006, como todos lembram e ficou registrado na história política da cidade, (e isso ninguém pode negar) apresentou propostas como “Hospital dos Trabalhadores”, Luta pelo Trem Regional, Construção de Perimetrais, Polícia Comunitária e Transparência Administrativa.

5) Assim, entende que o revés eleitoral ficou longe de ser uma derrota política. O PSB teve uma vitória ao ver que a população aprovou a construção do Hospital dos Trabalhadores, embora agora defendida pelo PT, já que em 2004 nada falava a respeito quanto estava na coligação com o PDT. Espera que as propostas sejam cumpridas, sendo que o PSB igualmente continuará lutando para a viabilização de tais projetos já que germinados com o nascimento do PSB;

6) Por final, dizer que o ônus pago pela escolha da tática eleitoral nada ofusca a luta travada pelo partido a nível nacional, estadual e municipal pelas propostas já declinadas e mesmo pelos princípios partidários amplamente divulgados. No entanto, os pontos frágeis identificados nestas eleições pela discussão política, não são de responsabilidade do partido. Vejamos: Dos mais de 30 anos de continuidade administrativa nunca participou de qualquer governo neste período na cidade; na última gestão não utilizou nenhum cargo de confiança e, portanto, não assume a responsabilidade pelos eventuais exageros cometidos na contratação em número, gênero, salários e/ou familiares. Aliás, desde que o partido nasceu em Bento Gonçalves nunca precisou de qualquer cargo CC em nenhuma esfera governamental (talvez o único partido) para desenvolver suas políticas de lutas. Não autorizou e não autoriza qualquer filiado a utilizar cargos dentro de qualquer governo sem que a direção adote posição política a respeito. Portanto, quem estiver em cargo de CC dentro da atual administração terá de optar pelos cargos ou pelo partido no prazo de 30 dias. A partir do prazo serão submetidos à comissão de ética.  

7) A aliança eleitoral assumida pelo PSB visava um eventual futuro governo sendo que todas as propostas declinadas anteriormente estavam contempladas na luta do partido;

8) Assim, o PSB em Bento Gonçalves segue lutando para concretizar as propostas. Deseja que a atual administração consiga realizar as propostas lançadas no período eleitoral de 2008, pois quem ganhará com tudo isso será o povo de Bento Gonçalves.

9) Agradece aos militantes e simpatizantes pelo apoio dispensado e principalmente pela compreensão neste pleito, o qual foi importante para trilhar mais este espaço afirmando que seguiremos em frente na luta pelos princípios partidários e propostas defendidas durante as sucessivas participações do partido. 

10) O PSB de Bento Gonçalves assume a tarefa de organizar o partido para o próximo embate eleitoral no qual será protagonizado pelos Deputados Ciro Gomes e Beto Albuquerque, a nível nacional e estadual, respectivamente.  Para contribuir nessa luta apresenta o como pré-candidato o companheiro Werner Shcumacher para disputar uma vaga na Assembléia Legislativa ou Câmara dos Deputados;


DIRETÓRIO MUNICIPAL DO PARTIDO SOCIALISTA BRASILEIRO DE BENTO GONÇALVES, 28 DE NOVEMBRO DE 2009.

Kennedy Alencar entrevista João Pedro Stedile

O economista João Pedro Stédile é o principal lider do MST( Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra). Responde críticas que o MST sofre por invasões violentas e pela suposta falta de transparência na prestação de contas de recursos públicos que recebe por meio de ONGs. Tratará também sobre o relacionamento do movimento com o governo lula.

Lírio Luiz Baggio Júnior